
Na noite tudo se reveste de mistério
Com o vento toco nas cartas da vida
Procurando saber de aonde venho como o vento
E se a incerteza é nós quem criamos
Ou se na noite tudo se amplia
Porque está indiferente no que pode ser no amanha
Pode tornar-se escuridão na própria luz
Na própria luz e escuridão de uma idéia
Vigente até o ponto de nos conformar
Porque é imutável e necessária
Como a noite que fornece a idéia de finitude
Cabendo ao espírito observador
Conjecturar a idéia de infinito
Para alem da noite, vento e realização
Como hipótese para alem do vento
Da escuridão e de toda idéia.