terça-feira, 11 de agosto de 2009


O infinito é a substancia dos sonhos
Os sonhos são modos de pensar
São razões escondidas no heroísmo
Que transcende a normalidade
São fendas no vácuo da existência
São partes destinadas a um significado sensível
Que se transfigura infinitamente no branco
Para estar em todas as coisas
Como algo indispensável
Até mesmo para o preto
Indecifrável enquanto passível
De qualquer elemento que o torne
Algo para alem de si mesmo
Que todas as coisas deixam escondidas
Em sua veste negra
Para expor o cada elemento da vida
Sorrisos com aspirações de exclusividade

Toda vida celebra suas glorias num fundo plano
E toda vida alcança a plenitude
No dom de ser um artista que sonha
Na exposição dos fatos
Revestidos de um branco na incerteza
Negro da hipótese
E colorido nos alcances
De apenas uma chance efetivada
Pelo os objetivos que são a posse
De um todo viver
Manifestado entre o entendimento
E a possibilidade de um veredicto de fora
Na vontade enquanto Ser.

Como substância por moléculas compreendemos
E por células vivemos
Como um sonho destinamos
Uma cadeia de pensamentos
Ocasionados como um fato na qualMutamos rumo ao preto e impensável.

terça-feira, 4 de agosto de 2009


Em todos os momentos da minha vida embriagada, tive chances de tocar nas circunstâncias da vida como se elas tivessem nome, origem e porquês. Circunstancias remetem dizer que é algo inusitado; por isso a culpa é toda nossa. Mas o que importa é que no meu ponto de vista tudo é intenso. Tudo é intenso como a luz do sol. Como a miséria do homem. Como a nostalgia depois do fracasso. Como a alegria depois de efetivado o sonho bastado na contemplação sensível, embora indecifrável ao seu complemento ingrato.

A intensidade se cria depois de vista a hipótese de exclusividade dos fatos. Da exclusividade da flor em seu encanto. De nossa existência em soberania formada em nossa consideração perante as coisas; da realeza das ações indecifráveis, embora continuas da vida. O critério e perfeição da vida, talvez seja, compreende-las na intensidade.

O que nos protege e ao mesmo tempo nos deixa vulnerável é que ninguém acorda com a mesma consciência. Todos sentem de forma intensa os dias, porque de fato eles pesam, e muito. A história de nossa vida se da em fator dos segundos constituintes da vida. Dos minutos bem apreciados e levados a consciência da intensidade. Por isso a vida continua em quase todos os casos, transforma a vida menos intensa, embora saciável pelo espírito de viver; enquanto escolhemos os melhores caminhos, a vida penetra nos segundos vividos para dar o equilíbrio necessário a nossa necessidade inconsciente.

Mas a intensidade é colorir a vida com outras cores. Será isso a criatividade que nos salva?

Sugiro que a intensidade possa significar um preceito inconsciente na idéia, ao mesmo tempo demarcada nas vias do coração. Registrada no fator de ser. Demarcada nos passos de todo sentimento. Realizada em si por sua própria intensidade.

De forma universal todos têm a sua intensidade, pois se caso não existisse tamanho refúgio, nossa redenção referente à existência, não teria hipóteses para alem do visto, muito menos sentido, somente palpitado sem noções concretas. O estudo da razão pode passar despercebido entre abstrações incontidas, embora satisfatórias nos vários exemplos de intensificação.
Por diante desse fato na qual vivo, posso dizer que as semelhanças do intenso e do cotidiano têm uma mesma face, mas apreender uma face não é o mesmo que ama-las. Apreender uma face é intensificá-las ingenuamente. A intensidade necessita indispensavelmente de acordos com a experiência. Acordos que formam o aroma da flor mais cativante, assim como a permanência dos dias mais soberanos.