quarta-feira, 24 de junho de 2009

Basta um breve momento fora do tempo
De olhos fechados imaginando o mundo
A partir daquilo que se conhece
E perceber que na escuridão tudo pode ser renovado

Basta olhar para dentro de si
E não buscar conhecer por completo
Mas aceitar as referências
Como propriedades dos sentimentos

Basta manter o espírito de unidade
Que nos impõe ao fator de amar
E sobreviver com base no incerto
No respiro de um segundo bem aventurado na escuridão

Cuja luz mostra no mesmo tempo em que esconde
As partículas de toda ocasião
Seja ela familiar nos sentidos
Embora ambígua na imaginação

Pois quando tudo volta ao início
Carrega consigo um modo de viver alterado
Leva consigo a suposição de alguma luminosidade característica
Porquanto é apenas um modo de sonhar e nada mais.

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