
Presto atenção no mundo com reflexos prudentes. Como se as coordenadas presentes nas coisas deixassem de mutar nos sonhos. Que numa inspiração inabalável deixasse vivo aquilo que estava para morrer. Morrendo na eternidade de um sonho, o que transpira são tormentos possíveis; se torna aquela máxima duvida presente no devir. Movimento cujo enaltecimento se esconde num imperativo almejar estagnado. Quando o suposto significado, naturalmente impõem seu limite provisório, disfarçado teatralmente pela encenação da verdade.
Quem além de um aventurar-se no pensamento, e mascarado pela imaginação, consegue provar em águas claras o que ainda não atribuímos nome?
A natureza do mistério é sentimento. Assim como o impulso da vida é tornar-se destemido. Pois o abatimento possível em plena decadência uniforme ultraja dentre traços mediados pelo esquecimento sua pertença irrevogável. Como se a essência das coisas manifestasse seu desejo, naquilo que por um raso contemplar, determinasse a distancia entre um atributo existencial perante o mundo, e a certeza do que ainda não se vivificou numa possibilidade determinante como um feixe de luz.
Se tivermos mente aberta veremos que tudo é possível. E que embora não sejam pernas, o que se vê, são pernas que com tamanha naturalidade seguem um desequilibrado caminho. Pois o destino foi inventado por intermédio de um suposto contemplar ingênuo. Que não são pensamentos, mas são vestígios figurados em toda estrela, em seu elevar distante que num sussurro incandescente, distancia-se num lapso obliquo a angustia que usa da mesma cor que simbolizamos para o amor, e que por ventura aparece apenas em movimento. Se as coisas não permanecem neutras, visto que elas inspiram e nos transportam para o sonho, como podemos tornar o sentimento comunicável se cada aventura carrega em si tal inusitado transpirar?
Quem além de um aventurar-se no pensamento, e mascarado pela imaginação, consegue provar em águas claras o que ainda não atribuímos nome?
A natureza do mistério é sentimento. Assim como o impulso da vida é tornar-se destemido. Pois o abatimento possível em plena decadência uniforme ultraja dentre traços mediados pelo esquecimento sua pertença irrevogável. Como se a essência das coisas manifestasse seu desejo, naquilo que por um raso contemplar, determinasse a distancia entre um atributo existencial perante o mundo, e a certeza do que ainda não se vivificou numa possibilidade determinante como um feixe de luz.
Se tivermos mente aberta veremos que tudo é possível. E que embora não sejam pernas, o que se vê, são pernas que com tamanha naturalidade seguem um desequilibrado caminho. Pois o destino foi inventado por intermédio de um suposto contemplar ingênuo. Que não são pensamentos, mas são vestígios figurados em toda estrela, em seu elevar distante que num sussurro incandescente, distancia-se num lapso obliquo a angustia que usa da mesma cor que simbolizamos para o amor, e que por ventura aparece apenas em movimento. Se as coisas não permanecem neutras, visto que elas inspiram e nos transportam para o sonho, como podemos tornar o sentimento comunicável se cada aventura carrega em si tal inusitado transpirar?
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