No choro desesperado de uma criança que não sabe por que chora, assim são meus sentimentos. Talvez pela graça do momento em que muitos estão a chorar, em sua expressão calejada pelo silêncio, vistas na face que refletem nada mais que um ter porque chorar, não me descuido por nenhum momento. Vivencio o gracejo da eterna presença no choro, como se olhando para estrelas me encontra-se abraçado-as. Deposito todo meu cansaço naquilo que está longe de perceber porque nasce o choro. Ocorre-me por certo desespero, que aprendi a chorar com elas. Mas livremente optei a expressão das lagrimas, que sugerindo o esquecimento de algo que me pertence por um breve momento, sinto a instável vertigem de todo o universo existente em minha alma, colidir com as circunstancias que são o limite, vendo-as voltar angustiadas.
Quase compreendo a idéia do mundo nessa rota que trilha sozinha o infinito. Quase vivencio o momento como se fosse à pura verdade. As lágrimas são as respostas que não encontramos nos porquês. A fantasia do choro se apaixona mais facilmente quando está prestes a sentir o regresso de si mesma, numa ansiedade distante, porque no fundo sente saudades do tempo que já não é mais, pois a corrupção da vida requer sempre um esquivar ermo.
Quase compreendo a idéia do mundo nessa rota que trilha sozinha o infinito. Quase vivencio o momento como se fosse à pura verdade. As lágrimas são as respostas que não encontramos nos porquês. A fantasia do choro se apaixona mais facilmente quando está prestes a sentir o regresso de si mesma, numa ansiedade distante, porque no fundo sente saudades do tempo que já não é mais, pois a corrupção da vida requer sempre um esquivar ermo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário